Tem muita empresa de tecnologia que construiu um produto bom e não chega onde você chega. Elas abrem esse produto para você colocar a sua marca e atender os seus próprios clientes. Foi assim que eu fiz. Meus cinco primeiros clientes vieram em cinco dias, e todos eram gente que eu já conhecia.
Repara no que eles têm em comum: uso diário e pagamento todo mês. É receita pingando enquanto o cliente usa.
É isso que muda quando a empresa é sua.
Escolhi sábado à noite de propósito, para você não perder por causa de trabalho, trânsito ou reunião que atrasou. Como são cinco encontros ao vivo comigo, todo mundo precisa estar no mesmo ponto.
E olha, você não tem a sua empresa até hoje. Esperar mais alguns dias para começar do jeito certo, com turma e com alguém corrigindo, não vai fazer diferença nenhuma. Fazer sozinho e do jeito errado, faz.
Só que quando senta pra pensar, trava na mesma pergunta: eu ia vender o quê?
Aquela ideia genial que ninguém teve ainda. Ela não vem, e o ano vai passando.
E como você não se acha bom nisso, já descarta a ideia antes de começar.
Viu que precisa de dezenas de milhares de reais na mão e fechou a aba.
O cartão de crédito do seu supermercado é de um banco. O seguro que a sua operadora de celular oferece é de uma seguradora. A marca de suplemento da sua academia sai da mesma fábrica que abastece outras cinco marcas.
Nenhuma dessas empresas inventou o produto. Elas colocaram a marca delas em cima de algo que já existia e cuidaram do resto: o cliente, o preço, o atendimento.
Isso é o modelo mais comum do mercado, e ele existe por um motivo simples: essas empresas não chegam onde você chega. Elas sabem construir o produto, mas não conhecem o dono do restaurante da sua rua, o seu ex chefe, o amigo que abriu uma clínica. Você conhece.
Vender tecnologia para empresa pequena não é anúncio, é confiança. E confiança é local, é quem já te conhece. Por isso essas empresas procuram parceiros: elas te deixam usar a sua marca, te dão preço de custo e cuidam de toda a parte técnica. O que elas compram de você é o acesso.
A marca é sua. O preço é seu. O cliente é seu. A empresa é sua. O produto é de quem passou anos aprendendo a fazer, e isso é uma vantagem, não um problema.
O que eu ensino nas quatro semanas é a parte prática: como escolher em qual mercado entrar, como achar e conversar com esse parceiro, quanto cobrar e como conseguir os primeiros clientes.
Essa é a objeção que eu mais escuto, e ela vem de um mal entendido. Existem dezesseis mercados diferentes aqui dentro, e cada um combina com um tipo de pessoa. O curso começa justamente por aí, te ajudando a achar o que combina com você.
Tem negócio que vive de arrumar a bagunça dos outros. Contas, notas, agenda, contrato. Quem gosta de processo se dá muito bem.
Tem mercado que se vende inteiro por mensagem e proposta, sem uma ligação sequer. É mais comum do que parece.
Trabalha há anos em algum ramo? Esse é o seu atalho. Você já sabe qual é a dor daquela gente e já fala a língua deles.
Aí você tem vantagem, claro. Mas é vantagem, não requisito. Muita gente boa de conversa nunca montou nada.
Quando eu montei a minha empresa, meus cinco primeiros clientes chegaram em cinco dias. Nenhum deles veio de anúncio. Todos eram amigos, ex colegas e conhecidos, gente que já confiava em mim antes de eu ter empresa nenhuma.
Isso não foi sorte e não foi porque eu era especial. É que todo mundo tem uma rede e quase ninguém usa. Você tem o grupo do trabalho antigo, o pessoal da faculdade, o vizinho que tem uma loja, o primo que tem uma clínica, o amigo que abriu um restaurante e vive reclamando que perde pedido.
Na semana 3 a gente monta essa lista junto e eu te mostro exatamente o que falar para não parecer que você está pedindo favor. Porque não está. Você está levando uma solução para um problema que aquela pessoa já tem.
Isso foi o que aconteceu comigo. Não é uma promessa de que vai acontecer com você, e eu não vou te prometer número nenhum.
Tudo isso existe hoje, no Brasil, com empresas procurando parceiro. Os valores são de referência, e no curso você aprende a confirmar cada um direto com a fonte.
Repare no que quase todos têm em comum: são de uso diário e pagamento recorrente. O cliente abre aquilo toda manhã para trabalhar, e paga todo mês enquanto usa. É receita pingando, em vez de você recomeçar do zero a cada venda.
Termina a semana com um mercado decidido e três parceiros já contatados. De verdade, não no papel.
CNPJ aberto, nome e marca no ar, e a tabela de preço feita numa conta que fecha.
Página no ar, perfil arrumado e a sua lista de conhecidos sendo trabalhada do jeito certo.
Reunião, proposta, contrato e cobrança. O caminho inteiro até o primeiro sim.
Aulas curtas e diretas, sem enrolação. Toda semana você tem uma tarefa para fazer. São cinco encontros ao vivo comigo: o de abertura, no dia 3 de outubro, e depois um sobre cada módulo, para você tirar todas as dúvidas daquela semana. E tem a comunidade da turma, para você não fazer isso sozinho.
Os sete critérios para saber se um mercado presta antes de você se apaixonar por ele. Como descobrir qual combina com o seu jeito e com o que você já conhece. Onde ficam as empresas que procuram parceiro e como chegar nelas. As doze perguntas da primeira conversa, e as cinco respostas que te fazem sair da sala. E o que olhar num contrato: quem fica com o cliente, quem dá o suporte, o que acontece se você quiser sair.
CNPJ sem travar: qual tipo de empresa abrir, qual atividade escolher e o que o contador precisa saber. Conta no banco, nota fiscal e cobrança automática. Nome, logo e identidade em um dia, usando IA. E a conta que não te quebra: quanto custa, quanto cobrar e quantos clientes você precisa para isso virar a sua renda.
A frase que explica o seu negócio em oito segundos. A página e o perfil mínimos para você parecer sério desde o primeiro dia. Como montar a lista das suas conexões e o que falar para cada uma delas sem parecer que está pedindo favor. E depois, como chegar em quem ainda não te conhece.
Como conduzir a reunião e a hora certa de falar preço. Proposta, contrato e assinatura digital. As três objeções que sempre aparecem e o que responder em cada uma. O combinado com o parceiro sobre quem faz o quê depois da venda. E as ferramentas do dia a dia: quais contratar já e quais podem esperar até o quinto cliente.
Todo mundo começa no mesmo dia e fica na mesma comunidade. São pessoas em cidades diferentes, escolhendo mercados diferentes, passando pela mesma semana ao mesmo tempo. A dúvida que te trava na quarta alguém já resolveu na terça.
E tem uma coisa que só acontece quando várias empresas nascem juntas: elas fazem negócio entre si. Quem monta a empresa de agenda online atende a clínica que já é cliente de outro aluno. Quem vai para marketing encontra ali os primeiros contratos. Tem gente que vai se juntar, um bom de conversa com um bom de processo, e montar sociedade em vez de tentar ser as duas coisas sozinho.
Eu vou estar dentro dessa comunidade toda semana, junto com você e com o resto da turma. É o tipo de coisa que não existe em curso gravado.
Eu preciso de prova e você quer um preço melhor. As vinte primeiras vagas saem por R$ 397 e a única contrapartida é um depoimento em vídeo no fim das quatro semanas. Da vaga 21 em diante o preço é R$ 897, com o mesmo conteúdo e o mesmo acompanhamento.
Para você ter uma ideia: a franquia mais barata que eu encontrei pesquisando pede mais de vinte mil reais só para começar. Aqui são R$ 397, ou R$ 41,01 por mês no cartão, e você tem uma semana inteira para desistir e receber tudo de volta.
Sete dias para pedir o dinheiro de volta. O risco é todo meu.
Quero minha vaga · R$ 397